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Sábado, Dezembro 05, 2009

Agência Brasil - CNPq fixa novos valores para bolsa de produtividade em desenvolvimento tecnológico - Tecnologias

 
4 de Dezembro de 2009 - 12h35 - Última modificação em 4 de Dezembro de 2009 - 12h35


CNPq fixa novos valores para bolsa de produtividade em desenvolvimento tecnológico

Christina Machado
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) fixou novos valores para as bolsas de produtividade em desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora. Os valores deverão vigorar a partir de 1º de março de 2010, segundo resolução publicada na edição de hoje (4) do Diário Oficial da União.

Essa é uma nova versão da tradicional bolsa de produtividade em pesquisa, que atende pesquisadores da área tecnológica e industrial.

A bolsa de produtividade em desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora tem duração de 36 meses e o seu valor varia de acordo com o enquadramento do pesquisador. Os requisitos e critérios para classificação dos bolsistas são semelhantes aos da bolsa de produtividade em pesquisa. A diferença é que não há exigência de produção científica na área de atuação.

De acordo com a resolução, o valor da bolsa para a categoria/nível 1A passa de R$ 1.140 para R$ 1.254, e o adicional de bancada é de R$ 1,3 mil. Esse adicional foi estabelecido agora para essa modalidade de bolsa e servirá para custear as despesas do bolsista com transporte, alimentação e impressão dos trabalhos.

Para a categoria/nível 1B o valor aumenta de R$ 1.077 para R$ 1.185, e o adicional é de R$ 1,1 mil. Na categoria 1C, a bolsa passa de R$ 1.014 para R$ 1.116, e o adicional também é de 1,1 mil.

Na categoria 1D, o valor sobe de R$ 919 para R$ 1.011, com R$ 1 mil de adicional. A categoria/nível 2 foi criada agora e terá valor único de R$ 976.



Edição: Juliana Andrade  


Agência Brasil - CNPq fixa novos valores para bolsa de produtividade em desenvolvimento tecnológico - Tecnologias

 



 

 

 

 




Agência Brasil - Inpa inaugura obras e amplia linhas de pesquisa científica na Amazônia - Tecnologias

 
4 de Dezembro de 2009 - 15h14 - Última modificação em 4 de Dezembro de 2009 - 15h14


Inpa inaugura obras e amplia linhas de pesquisa científica na Amazônia

Amanda Mota
Repórter da Agência Brasil

 
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Manaus - O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) vai inaugurar 40 obras destinadas à pesquisa científica na região até março de 2010. Os novos espaços contam também com equipamentos e recursos de cerca de R$ 40 milhões, provenientes do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Fundação de Amparo à Pesquisa no Amazonas (Fapeam), entre outros.

Hoje (4) será inaugurado o Laboratório Temático de Bioprospecção de Insetos, que ajudará os pesquisadores no desenvolvimento de estudos relacionados aos micro-organismos que vivem na região amazônica.

O diretor do Inpa, Adalberto Val, disse à Agência Brasil que os investimentos feitos no instituto contribuem diretamente para a promoção e a consolidação das pesquisas na região. Ele destacou que os laboratórios reúnem equipamentos e espaços que, por meio de tecnologias biológicas apropriadas, possibilitarão o estudo e a exploração das matérias-primas existentes na Floresta Amazônica.

“O caminho e o futuro da Amazônia envolvem a exploração de produtos e processos escondidos na floresta. Não há duvida de que esse conjunto de tecnologias permite a geração de renda e a inclusão social”, destacou.

No último dia 27, dois novos laboratórios iniciaram suas atividades. Eles também são resultado dos novos investimentos no Inpa. Um deles é o Núcleo de Biotecnologia aplicado à Agrossilvicultura (que estuda e monitora plantas da região para a elaboração de produtos naturais) e o segundo destina-se à análise físico-química de alimentos. Nesses espaços, os pesquisadores poderão trabalhar no desenvolvimento de alimentos, como farinha de peixe. Também poderão se dedicar à produção e a estudos de insumos em geral, sejam eles alimentos, ração para animais e novos compostos para produção de energia.

Segundo o diretor do Inpa, o laboratório de alimentos terá papel fundamental para a construção de fórmulas e de saídas que possibilitem uma alimentação mais saudável para a população da região. “A alimentação de uma população está diretamente relacionada ao ambiente em que vivem essas populações e por isso é importante que se desenvolvam composições apropriadas para todos”.

De acordo com o responsável pelo Núcleo de Biotecnologia aplicado à Agrossilvicultura,  o pesquisador José Francisco, o novo espaço vai permitir avanços nos estudos de plantas realizados pelo Inpa. "O laboratório é a estrutura em que treinamos recursos humanos e onde são feitas as análises para que esses produtos possam ser usados pela sociedade.”


Edição: Juliana Andrade  



Agência Brasil - Inpa inaugura obras e amplia linhas de pesquisa científica na Amazônia - Tecnologias

 



 

 

 

 




SUPERINTERESSANTE - Beijo na boca protege contra doença - Ciência

Beijo na boca protege contra doença

Não é beijo. É medida profilática.

Pronto. Agora você já tem uma desculpa científica para sair beijando por aí. Cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriram que durante o beijo, o homem pode inocular o citomegalovirus - um vírus que vive na saliva masculina - na mulher. Apesar de inofensivo em pessoas adultas, o vírus pode ser extrememente perigoso durante a gravidez, levando ao aborto ou à deficiência do feto.

Por isso, a melhor imunização é beijar. Mas não vale partir para a micareta. Para garantir bons resultados, o médico responsável pela pesquisa divulgada no jornal Medical Hypotheses, doutor Colin Hendrie, recomenda que a mulher beije o mesmo homem durante cerca de seis meses antes da gravidez. Assim, dá tempo de o corpo preparar os anticorpos, o que reduz as chances de infecção do bebê.


SUPERINTERESSANTE - Beijo na boca protege contra doença - Ciência

 



 

 

 

 




SUPERINTERESSANTE - Designer projeta tecido feito por bactérias do corpo humano - Ciência

Designer projeta tecido feito por bactérias do corpo humano

Arrasou no casaquinho de bactérias, amiga!

Já imaginou uma roupa inteligente que se adaptasse à sua temperatura corporal ficando mais fina nas regiões mais quentes do seu corpo, e mais grossa nas partes em que você sentisse mais frio? Pois é, a designer austríaca Sonja Bäumel não só imaginou, como tem trabalhado neste projeto.

A roupa seria feita de uma espécie de membrana de crochê, mas, em vez de linha e agulha, a matéria-prima seriam as próprias bactérias do seu corpo. Segundo Sonja, essas bactérias reagiriam de acordo com a temperatura da pele para formar fibras de tecido. Lugares mais quentes, por exemplo, repeliriam a multiplicação das bactérias fazendo com que a fabricação de tecidos se concentrasse nas áreas mais frias do corpo.

Mas a ideia ainda está muito longe de se tornar realidade. Sonja afirma que existe, sim, a possibilidade de que as bactérias formem fibras têxteis, mas, daí para esse tecido surreal se concretizar, é um grande passo. Ainda bem - ou imaginem o escândalo que seria o próximo verão.


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SUPERINTERESSANTE - iPhone decifra o choro dos bebês - Ciência

iPhone decifra o choro dos bebês

Estressado. Certeza.

Se você é mãe de primeira viagem e não sabe ainda se o seu bebê está chorando de fome, sono, ou se está só fazendo manha, um aplicativo de iPhone pode ajudar.

O Cry Translator – ou Tradutor de Choro, em português -  analisa o volume, a intensidade, o tom e a inflexão do choro do bebê e após dez segundos dá o diagnóstico: faminto, sonolento, estressado, irritado ou aborrecido.  Dependendo dos resultados, o aplicativo dá até conselhos de como agir em cada uma das situações.

De acordo com os testes feitos pela empresa que comercializa o aplicativo, a Biloop Technologic, a eficácia do programa é de cerca de 96%. E os bebês, o que têm a dizer sobre isso?

Agora já dá pra saber.


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SUPERINTERESSANTE - O que as fotos do Facebook dizem sobre você - Ciência

O que as fotos do Facebook dizem sobre você

"Sorria que eu estou te julgando..."

Antes de colocar aquela foto em que você está pagando de gatinho no Facebook, é melhor pensar duas vezes. A gente já imaginava que não pegava muito bem, mas a pesquisadora Laura Naumann da Universidade de Sonoma, nos EUA, tirou a prova. Ela analisou fotos de 123 pessoas em dois tipos de poses: uma mais descontraída e outra mais formal.

O estudo confirmou que pessoas que fazem poses espontâneas e sorridentes causam uma melhor primeira impressão do que aquelas que se mantêm em poses neutras. Um dos motivos é que em fotos espontâneas mais traços da personalidade transparecem.

E é bom agradar logo de cara. Segundo a pesquisadora, a primeira impressão é intensamente baseada na aparência e bastante difícil de ser desfeita  – especialmente se não for muito boa!


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SUPERINTERESSANTE - Ingleses estão entre os mais feios do mundo - Ciência

Ingleses estão entre os mais feios do mundo

- Galvão, eu já sabia!

De acordo com o site Beautiful People.com - uma espécie de Orkut só para gente bonita - apenas 12% dos homens e 15% das mulheres inglesas foram aceitos como membros do site.

No topo do Olimpo virtual, estão os homens suecos, com cerca de 65% de aprovação, e as mulheres norueguesas, com 76% de aceitação.

Suécia, Brasil e Noruega estão entre os países mais bonitos, enquanto Reino Unido e Alemanha têm os maiores índices de rejeição. O diretor do site, Greg Hodge - que é inglês - acredita que em outros países as pessoas dão mais importância à beleza e à saúde do que no Reino Unido onde o hobby é mesmo relaxar e curtir um pub depois do trabalho.

Bom, com tanta gente feia, o jeito é encher o caneco mesmo, né?


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SUPERINTERESSANTE - O que o petróleo americano e o rock têm em comum? - Ciência

O que o petróleo americano e o rock têm em comum?

To be a rock and not to roll

Ambos estão chegando ao fim.  Pelo menos, essa é a ideia de um provocativo gráfico (clique aqui para ver em alta resolução) produzido pelo pessoal do blog Overthinking It. Para fazer o comparativo, eles utilizaram como fonte as 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stones e o histórico de produção petrolífica norte-americana.

Segundo os autores,  tanto o rock, como o petróleo, ganharam força nos anos 50, tiveram seu auge nos anos 60, mantiveram-se fortes nos anos 70, mas caíram drasticamente durante as décadas seguintes. Uma das conclusões deles é que, assim como o petróleo, o estoque musical de boas ideias também é finito.

Mera coincidência? Nostalgia? Reflexos da indústria cultural? Qual a sua opinião?


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SUPERINTERESSANTE - Amor faz com que as pessoas sintam menos dor - Ciência

Amor faz com que as pessoas sintam menos dor

Machucou? Não passe Gelol. Chame o namorado.

Em um estudo feito recentemente na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, cientistas aplicaram um mesmo estímulo de dor no antebraço de 25 mulheres enquanto elas seguravam uma bola, a mão de homem desconhecido, e a mão de seus respectivos namorados. Depois do estímulo, as mulheres alegaram que quando seguravam as mãos dos namorados, a dor que sentiam era menor.

Logo em seguida, novos estímulos de dor foram aplicados enquanto as mulheres olhavam a foto de uma cadeira, a foto de um estranho e a foto dos namorados. E, de novo, quem olhava a fotos dos namorados também sentia menos dor.

Tá vendo, meninos? Se não puderem segurar a mãozinha das garotas, pelo menos deixem uma foto com elas.

 Serve essa, benhê?


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SUPERINTERESSANTE - Cheiro de livro revela informações sobre a obra - Ciência

Cheiro de livro revela informações sobre a obra

"Aroma frutado, com notas de poeira e ácaro e um certo toque de naftalina..."

Às vezes, grandes descobertas dependem de ferramentas muito simples, como o... nariz, por exemplo. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Londres revela o nível de degradação dos livros por meio do olfato.

Segundo os pesquisadores, aquele cheiro característico de livros velhos é resultado do desprendimento de alguns compostos voláteis orgânicos (VOCs) do próprio papel, e pode dizer muito sobre a época em que livro foi produzido.

O interessante é que, ao contrário das análises feitas em laboratório, estes testes olfativos não danificam os livros – que às vezes já estão em um estado avançado de degradação – ajudando na preservação de obras históricas.


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